Este é um espaço reservado para a publicação de vários gêneros literários (poesia, conto, crônica...). Os autores dos textos são jovens escritores, estudantes do João Conceição.
A partir de março/2013 também passa a ser espaço da edição virtual de nosso jornal, o Geração Notícia.
O espaço público é considerado como aquele espaço que, dentro do território urbano tradicional, sendo de uso comum e posse coletiva, pertence ao poder público. (Wikipédia)
O espaço público é de todos! Espaço para manifestações de arte, de protesto, de esportes... Cada um encontra seu espaço no espaço público. Os alunos da 1a série do Ensino Médio saíram em busca dessa diversidade pelas ruas de Piracicaba. Olhos abertos e celular na mão... essa era a proposta! A partir daqui você confere o que eles encontraram em matéria de intervenções no espaço público!
Grafite: A primeira forma de intervenção encontrada.
Stefane de Freitas Santos
Miriã Toledo Batista
Segundo o site Wikipédia, a intervençãogeralmente tem um sentido negativo de intromissão. A intervenção pública é um tipo de manifestaçãoartística, geralmente realizada em áreas centrais de grandes cidades. Consiste em uma interação com um objeto artístico previamente existente (um monumento, por exemplo) ou com um espaço público, visando colocar em questão as percepções acerca do objeto artístico. Grafite é o nome dado às inscrições feitas em paredes. Por muito tempo visto como algo proibido, que deixava a cidade com aparência “feia”, mas hoje em dia o grafite nada mais é que uma forma de expressão em arte. Depois de esse trabalho ter sido reconhecido, muitas pessoas ganham dinheiro com isso, como também existem pessoas famosas nesse meio. O grafite é algo artístico e que não é proibido em lugares públicos, ao contrário da pichação.
Escolhemos um grafite diferente dos outros que vemos pela cidade, que aparentemente nos mostra dois elefantes com pinturas indianas e uma sereia do lado, feito recentemente, pois suas cores estão vivas e não aparenta nenhum sinal de destruição.
Essa foto é de um grafite na Rua Dona Glória (Piracicaba-SP), tirada às 12h22 do dia 11 de Junho de 2012 (segunda-feira).
Das ruas para os museus
No vídeo abaixo você conhece o trabalho de dois grafiteiros famosíssimos: os paulistanos Otávio e Gustavo Pandolfo.
"Por que a cidade precisa disso? Por que eu acho que se você não usar a cidade, ela vai te usar."
Segundo a Wikipédia, o espaço público é considerado como aquele que seja de uso comum e posse coletiva (pertence ao poder público). A rua é um exemplo de espaço público.
Entre as diversas manifestações que podem acontecer nesse espaço, a arte se faz presente. Que tipo de arte? Qualquer tipo... até arte sacra!
O Tapete de Corpus Christi, é uma tradição da Igreja Católica. Essa tradição surgiu em Portugal e veio para o Brasil trazido pelos colonizadores. A ideia é tirar a Eucaristia da Igreja nesse dia e exibi-la pelas ruas da cidade. As ruas por onde ela irá passar são enfeitadas com um grande tapete confeccionado pelos fiéis. Para confeccioná-lo são utilizados diversos tipos de materiais, tais como serragem colorida, borra de café, farinha, areia, flores e outros acessórios. Logo após a confecção dos tapetes, acontecem a missa e a procissão.
As fotos foram tirada na manhã do dia 10/06 na Rua Basílio Machado no bairro da Paulista - Piracicaba (SP). Nesse dia, os "artistas" se reúnem para preparar o tapete. Nós dois estávamos lá... fazendo arte no espaço público!
E aí, alunos do Segundo e Terceiro ano? Já se inscreveram no Pasusp?
Pra quem não sabe, Pasusp é um programa feito pela USP, com intuito de ampliar a presença das escolas públicas na universidade. Esse programa, além se isentar a taxa do vestibular Fuvest, providencia 05% de bônus para alunos do segundo ano e 10% para os alunos do terceiro. Caso o aluno do terceiro ano tenha feito a inscrição e a prova ano passado, é possível acumular 15% de bônus esse ano. (Para saber melhor sobre o Pasusp, clique aqui)
Feita a inscrição, os alunos deverão de inscrever para a Fuvest.
Corre lá galera! E boa sorte!
Calendário
Inscrições no PASUSP: de 22 de junho a 15 de agosto de 2012, pela Internet
Postagem do atestado e foto: até 17 de agosto de 2012
Inscrições no Vestibular da FUVEST: 24 de agosto a 10 de setembro de 2012, pela Internet
Prova da 1ª fase da FUVEST: 25 de novembro de 2012, às 13 h
Segundo a Wikipedia, oespaço públicoé considerado como aquele que seja de uso comum e posse coletiva (pertence aopoder público). Aruaé considerada oespaçopúblico por excelência.
Alguns grupos se valem desses espaços para a prática de esportes. Exemplo disso é o Parkour. Criado na França, o Parkour[P1]é uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápido e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar a superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante — desde galhos e pedras até grades e paredes de concreto — este pode ser praticado em áreas rurais e urbanas. O Parkour é uma atividade que gera muito preconceito nas áreas urbanas, considerado como “vandalismo” por certas pessoas.
Essa foto foi tirada na estação da Paulista em Piracicaba-SP, uma área de lazer para as pessoas, e esse é um dos jovens praticantes de Parkour da cidade.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Mal a "bilheteria" da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) foi aberta, nesta segunda-feira (4), já há informações sobre ingressos esgotados na Tenda dos Autores, a área mais cobiçada do evento. Escritores como Ian McEwan, Jonathan Franzen, Jennifer Egan, Le Clézio e os brasileiros Luiz Eduardo Soares e Fernando Gabeira são presenças confirmadas na Flip deste ano. Aliás, ao longo de seus 10 anos de existência, inúmeros dos mais famosos escritores do mundo todo estiveram em Paraty. Aproveitando o clima, indicamos dez dos 40 autores convidados que você precisa conhecer.
Alguns alunos da escola foram selecionados para participar do PIC (Pré Iniciação Científica) no ano passado. A experiência foi muito boa. Durante um ano, os alunos trabalharam com pesquisadores e professores na ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) e no CENA (Centro de Energia Nuclear na Agricultura).
Terminado esse período, os estudantes foram apresentar seu trabalho na Escola Politécnica na Cidade Universitária USP, em São Paulo.
O PIC é um projeto realizado pela Pró-Reitoria da USP, ele se espalha por todo estado de São Paulo, e tem como objetivo aproximar os alunos da universidade. Abaixo estão algumas fotos da apresentação. Parabéns pessoal!
Vitor Perez. Projeto: Controle de RHYZOPERTHA DOMINICA por irradiação.
Panorâmica do Congresso.
Amanda Rodrigues e Fernanda Fornazieiro com o Professor Doutor Adibe Luiz Abdalla .
Fernanda Fornazieiro, Ana Eduarda e Amanda Rodrigues com a Professora Gisele Maria Oriani.
Mariana Zambetta e seu orientador. CENA/USP. Projeto: Utilização da Radiação Gama na Conservação de Batata , Cenoura e Vagem Minimamente Processada.
Aluno de Campinas - ICB/USP. Projeto: Degeneração de Fotorreceptores em um Modelo de Retinose Pigmentar.
(Nomes e Cidade não informados) - Projeto: Curvas de Luz de Estrelas Variáveis.
Aluno de Lorena - CNPq (Concelho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Projeto: Avaliação e Controle da Água de Cultivo de Bioindicadores Aquáticos.
Amanda Rodrigues e Ana Eduarda - CENA/USP. Projeto: Avaliação de Alimentos para Animais Domésticos.
Acontece neste final de semana (19 e 20/05) a Virada Cultural Paulista. A programação para Piracicaba você confere aqui!
As atrações acontecem em vários pontos da cidade: Engenho Central, Teatro Municipal, SESC, Biblioteca Municipal, Pinacoteca, Museu Prudente de Moraes, entre outros. As atrações incluem stand up, oficina de dj, oficinas de arte, dança, música... ufa!O que não dá é pra perder!
Escritores africanos têm sido cada vez mais festejados e lidos por aqui, em nosso país. Mia Couto (moçambicano), José Eduardo Agualusa, Ondjaki (ambos angolanos), só pra citar alguns, produzem uma literatura retratando uma África que nos é desconhecida. Nós que somos um povo com raízes tão fortes naquele continente... A diáspora trouxe ao Brasil quatro milhões de escravos (não há consenso neste número, alguns estudiosos afirmam que esse número é muito maior). E o que sabemos da Mãe África? Tão pouco! Uma boa forma de descoberta é a literatura de qualidade produzida hoje em dia por lá.
Mia Couto
Além de ser considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique, é o escritor moçambicano mais traduzido. Em muitas das suas obras, Mia Couto tenta recriar a língua portuguesa com uma influência moçambicana, utilizando o léxico de várias regiões do país e produzindo um novo modelo de narrativa africana. Terra Sonâmbula, o seu primeiro romance, publicado em 1992, ganhou o Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995 e foi considerado um dos doze melhores livros africanos do século.
(fonte: Wikipédia)
A biblioteca da escola conta com o livro O outro pé da sereia, mas uma boa porta de entrada para a obra do escritor é o livro de contos Histórias abensonhadas. Através de contos breves, temos um panorama de todo o misticismo e esperança de um povo. Os títulos já sugerem a prosa poética que nos espera: Nas águas do tempo, O cego Estrelinho, Jorojão vai embalando lembranças, Pranto de coqueiro, Os infelizes cálculos da felicidade, Os olhos fechados do diabo do advogado, A guerra dos palhaços. Mia Couto é assim: sintetiza enormidades. Cada parágrafo traz descobertas desconcertantes, quer sobre a língua, os costumes, as tradições e a esperança do povo de Moçambique. Impossível pensar no livro sem trazer a referência da guerra civil que assolou o país por 30 anos, mas o trato dado pelo escritor a essa questão é absolutamente apaixonante.
"Sente o sangue escorrendo, a bota do soldado ainda lhe dói uma última vez. Como pode saber ele os procedimentos exigidos pelo vigilante? Mas o soldado é totalmente militar: está só cumprindo ignorâncias, jurista de chumbo incapaz de distinguir um fora-da-lei de um lei-de-fora. (...) À medida que o soldado desfere mais violência, a bandeira parece perder as cores, a apaisagem em redor esfria e a luz tomba de joelhos. É, então." (conto: O poente da bandeira)
"Estou sentado da janela olhando a chuva que cai há três dias. Que saudade me fazia o molhado tintinar do chuvisco. A terra perfumegante: semelha a mulher em vésperas de carícia. Há quantos anos não chovia assim? De tanto durar, a seca foi emudecendo a nossa miséria. (...) A gente se indaguava: será que ainda podemos recomeçar, será que a alegria ainda tem cabimento?". (Conto: Chuva: a abensonhada.)
José Eduardo Agualusa
Numa entrevista, o escritor responde à pergunta, "Quem é o Eduardo Agualusa?": "Quem eu sou não ocupa muitas palavras: angolano em viagem, quase sem raça. Gosto do mar, de um céu em fogo ao fim da tarde. Nasci nas terras altas. Quero morrer em Benguela, como alternativa pode ser Olinda, no Nordeste do Brasil." Perguntado se se diverte escrevendo, Agualusa explica: "Escrever me diverte, e escrevo também, porque quero saber como termina o poema, o conto ou o romance. E ainda porque a escrita transforma o mundo. Ninguém acredita nisto e no entanto é verdade." (fonte: Wikipédia)
Para saber mais sobre o escritor, sua obra e a influência de sua literatura aqui no Brasil, acesse o linK:
A Rede Globo negociou os direitos do livro Nação Crioula e a história deve virar minissérie em breve.
Ondjaki
Atualmente, mora no Brasil, no Rio de Janeiro. Estudou em Luanda e concluiu licenciatura em sociologia em Lisboa. Possui experiência na área do teatro e da pintura.
Em 2000, obtém o segundo lugar no concurso literário António Jacinto realizado em Angola, e publica o primeiro livro, Actu Sanguíneu.
Em Outubro de 2010 ganhou, no Brasil, o Prémio Jabuti, na categoria Juvenil, com o romance AvóDezanove e o Segredo do Soviético. O Jabuti é um dos mais importantes prémios literários brasileiros atribuído em 21 categorias.
(fonte: Wikipédia)