quinta-feira, 14 de março de 2013

Próxima fase


É... Fim do ano tá aí e o que iremos fazer? O Ensino Médio passou voando por nós, o mesmo que no começo da primeira série parecia interminável. Na verdade, todo final de aula é a mesma coisa: Abraços, comemorações, aquela choradeira dos que não irão mais voltar pra escola, gritos de "até que enfim" ou "te vejo ano que vem", fotos, cadernos sendo deixados de lado. Finalmente férias!

Todo esse ano estudando e, principalmente, fazendo e conservando amizades. É na escola que aprendemos a escrever, fazer continhas... depois as coisas vão se complicando um pouco. É na escola também, que aprendemos as melhores desculpas para o tão famoso "dever de casa", na escola fazemos amigos, encontramos paixões, problemas (não apenas os matemáticos, mas também aqueles que nos deixam de cabeça quente). Enfim, a escola não ensina apenas a teoria, ensina a prática de muitas coisas.
O futuro bate com insistência. As perguntas mais frequentes são: “vai prestar vestibular?”, “o que pretende fazer próximo ano?”, ou até mesmo “que carreira vai seguir?”. Perguntas que alguns sabem responder e outros nem tanto. Mas o que importa é que estamos no último ano do ensino médio, já parou pra pensar?
E por falar em parar pra pensar, quando realmente pensamos, nos tornamos uma mistura enorme de sentimentos. Pensamos no próximo ano, nos vestibulares, nos trotes, na falta que os amigos irão fazer, nas festas de despedida, relembramos momentos e histórias. E o que mais nos marca são os amigos, os valores e principalmente a saudade. Saudade dos colegas da escola, dos professores e até das intriguinhas que rolavam de vez em quando.
O que podemos afirmar é que esse período será lembrado pelo resto de nossas vidas.
Temos medo do futuro? Talvez. Não podemos falar a respeito do que ainda não chegou. Somos fortes, livres para fazermos qualquer escolha que nos agrade, somos mais que campeões por termos chegado até aqui. E que venha a próxima fase.

                                                              Ana Eduarda Rodrigues

OBS.: A Aniinha escreveu o texto no final de 2012, quando ainda era aluna da 3a série do Ensino Médio do João Conceição. Em 2013, ela já  é aluna do curso de Letras da Unimep.  Mesmo assim, continua colaborando com o Geração Notícia. Sorte nossa!


Facebook: todo mundo se encontra lá


Muitas pessoas usam o Facebook como se fosse mais uma rede social. Mas você sabia que ele pode proporcionar muito mais do que conversas com amigos ou compartilhamento de fotos ?
Atualmente, não existe apenas o feed de notícias para ver as publicações de seus amigos. É possível criar grupos (de teatros, cursos, escolas, trabalhos, etc) dos quais só as pessoas que você incluir poderão participar com fotos, comentários, compartilhamentos e tudo o que a rede social oferece a seus usuários. Os grupos são divididos em dois tipos:
a) Grupo Fechado: As pessoas conectadas a ele ou não podem ver as publicações, mas apenas quem pertence ao grupo pode curtir e publicar algo.
b) Grupo Secreto: Apenas quem está conectado a ele pode ver e/ou publicar algo.
Outra facilidade que o Facebook proporciona, é que qualquer usuário pode criar uma página de notícias, famosos, curiosidades entre outros temas. E a grande vantagem é que é tudo de graça, muito fácil e rápido de fazer.
Recentemente, duas páginas fazem o maior sucesso:
- Diário de Classe, que aborda problemas na área de educação e falta de qualidade na estrutura escolar.
- Gina Indelicada, com bastante humor e informalidade, caiu no gosto do povo. A página conta com mais de  dois milhões de curtidas atualmente.
Mas o que torna o Facebook a maior rede social é a sua interligação com outras redes e aplicativos. Você pode, ao mesmo tempo, estar conectado em sua página do Face e falando via Skype com um amigo no chat, sem precisar criar uma outra conta do Skype, ou vice-versa.
Os usuários de celulares com sistema operacional Android ou Ios, podem, através do aplicativo Instagram, publicar fotos com grandes efeitos e qualidade profissional.
Mas o grande segredo do Facebook é o poder da criatividade junto com a alta tecnologia, que oferece às pessoas muitas novidades, mantendo seus usuários sempre conectados. Logo, quem quiser ficar popular na rede social, tem grandes chances de conseguir. Você mesmo poderá pagar para promover seus posts de fotos ou textos para que fiquem no topo do feed de notícias de seus amigos e assinantes.
É certo que, antigamente, os jovens se falavam mais pessoalmente. Ninguém precisava divulgar sua rotina para ser popular. Bastava que as pessoas percebessem seu modo de agir e sua educação para você chamar a atenção e se destacar entre os outros. Hoje em dia, isso não é bem assim. Muitos jovens usam o fato de o Facebook ser um grande facilitador da comunicação e de ter muitas pessoas conectadas a ele, para não mostrar quem realmente são, fazendo com que sua vida virtual seja mais divertida e animada do que a real.
Ninguém precisa mais marcar na escola para sair e se divertir. Pelo fato de você entrar no Facebook e a grande maioria dos seus amigos já estar lá, fica bem mais fácil marcar encontros e conversar.
Ralph Leles

O melhor de Mim (Nicholas Sparks)




O autor inicia a leitura introduzindo o caráter e hábitos do protagonista. Dawson é um cara na casa dos quarenta, vive uma vida pacata e reclusa. Aos poucos, no entanto, o personagem vai se abrindo para o leitor e começamos a desvendar o seu passado, onde encontramos uma infância roubada, um pai abusivo e um grande amor da adolescência. Em contrapartida, também conhecemos Amanda, a mulher por quem Dawson foi apaixonado. Mais de vinte anos depois do romance dos dois ter acabado, ela vivencia um casamento instável, com um marido alcoólatra e a responsabilidade de lidar com três filhos crescidos. Tanto Dawson quanto Amanda tiveram suas vidas marcadas pela tragédia em algum momento. Ele atropelou e matou um homem e ela perdeu uma filha para o câncer. O passado e o presente se chocam quando eles se reencontram na cidade onde cresceram e se apaixonaram e, apesar da realidade bater à porta dos dois a cada momento, é como se ambos retornassem aos anos da adolescência.
A princípio, tive uma leve sensação de déja vù, já que muitos aspectos da estória lembram a famosa obra Diário de uma paixão, que é reconhecido como uma das melhores adaptações cinematográficas românticas do autor. Entretanto, ao me aprofundar na trama é evidente que a história de amor entre Dawson e Amanda não possui a volatilidade do relacionamento entre Ally e Noah. O casal de O Melhor de Mim é mais harmônico, mais trágico, e a cada flashback oferecido ao leitor fica mais nítida a sintonia entre ambos. A estória inteira faz algum sentido, mas é quando eles se reencontram que a complexidade do enredo é revelada. Além do romance central, os subenredos em torno de outros personagens e seus conflitos enriquecem o conteúdo e equilibram o ritmo do livro. Apesar do sentimentalismo intrínseco às obras do autor, nesse novo lançamento Sparks também adiciona algo incomum em seus trabalhos anteriores. Um leitor mais moralista certamente evidenciará a posição vulnerável e socialmente questionável de Amanda ao trair o marido, com o quem é casada há pouco mais de vinte anos.
Muitas pessoas questionam o sucesso das obras românticas de Nicholas Sparks. Acredito que a atração de suas estórias está no fato de que o escritor sabe como criar narrativa onde o ser humano é o maior protagonista. Defeitos e qualidades + reveses do destino. Tudo o que concerne à vida está impregnado em cada parágrafo e diálogo do autor. Acredito que a mensagem que o autor deseja passar é a de que, às vezes, o amor necessita de maturidade para alcançar sua força total. As experiências e sofrimentos vividos por ambos os protagonistas nos anos em que estiveram separados os transformou nas pessoas que eles precisariam ser um para o outro.

Maressa Cruz


Livro: O melhor de mim
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Páginas: 272

Geração Notícia

Hugo Cabret e a magia do  cinema


Confesso que só li o livro por conta da minha professora de Português, mas acabei gostando.
 Hugo Cabret é um menino órfão que perdeu o pai em um incêndio, e, por isso, mora com o tio em uma estação de trem, onde toma conta dos relógios. Pouco antes do incêndio, o pai de Hugo havia encontrado um autômato, e os dois decidiram consertá-lo. Porém, depois da morte do homem, tudo que Hugo tinha era o caderninho com anotações sobre o tal autômato. E se o autômato escrevesse alguma mensagem importante de seu pai? O menino, por causa disso, decidiu que o terminaria de qualquer forma.
No entanto, seus planos são frustrados quando o dono da loja de brinquedos de onde Hugo rouba as peças para consertar o autômato, pega-o no flagra e confisca seu caderno. Agora, Hugo precisa recuperá-lo e, contra sua vontade, precisa da ajuda de Isabelle, a sobrinha do velho. Juntos eles descobrirão a magia dos sonhos e levarão você também a uma aventura pela historia do cinema.
O livro é repleto de ilustrações de páginas inteiras, que nos remetem justamente ao cinema. É como se um filme estivesse se desdobrando a nossa frente conforme viramos as páginas, e acho que foi uma forma brilhante de realmente nos fazer entrar na história.
 Os personagens são bem trabalhados e as ilustrações nos ajudam a visualizá-los – aliás, os atores que escolheram para o filme ficaram ótimos nos papéis.
Não posso dizer que é uma história emocionante, que vai fazer seu coração acelerar, ou que você vai ficar morrendo para saber o final. Mas é uma história sobre sonhos que vai te aquecer e te fazer sorrir. É uma história que vai te fazer lembrar daquilo que você realmente é, e que vai te mostrar que, com um pouco de magia, tudo é possível.
Hugo Cabret é, por fim, uma adorável homenagem ao cinema e  à magia que ele traz as nossas vidas todos os dias. Por trás de um cineasta, de um escritor ou roteirista – por trás de todo e qualquer contador de histórias – há, repousando ali, e muitas vezes longe de nossos olhos, um mago pronto para colocar os seus truques em prática, e nos encantar sempre.

Júlia Detoni


Livro: A invenção de Hugo Cabret
Autor: Brian Selznick
Tradutor: Marcos Bagno
Editora: SM Editora

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Egoísmo e passividade: conseqüências

De povo heroico – como brada nosso hino nacional – o brasileiro não tem nada. Perdeu-se tal qualidade no passar dos tempos. Podemos lembrar com orgulho de brasileiros que marcaram a história: Tiradentes teve seu corpo espalhado pela cidade; Zumbi do Palmares fugiu da escravidão; estudantes protestaram contra a repressão da Ditadura Militar, gente que lutou a favor da liberdade, o Brasil de outrora que dá gosto de lembrar! Mas o presente do nosso Brasil não é nada satisfatório, ao contrário, inglório. Há pelo menos três características que embasam nosso “jeitinho brasileiro”... Cada vez mais podemos notar a tendência individualista que abrange desde o sujeito inconveniente que põe o som no ultimo volume, desprezando os vizinhos, até o extremo de quem suborna o seu próximo. As pessoas querem sempre levar vantagem umas sobre as outras; assim, podemos afirmar que no Brasil, a vontade individual se contrapõe ao direito coletivo. Outra postura abominável dos brasileiros é a passividade. Estamos insatisfeitos com o governo, mas não reagimos! Seus atos corruptos, em vez de serem rebatidos, apenas servem de reflexo de conduta popular, ou seja, temos um mau exemplo que vem de cima, que refletimos em nosso dia-a-dia e isso vai tecendo nosso jeitinho brasileiro de ser. Apenas quando acontece uma desgraça em grande escala é que a sociedade se mobiliza – como a tragédia que matou pelo menos 236 jovens em Santa Maria. O repórter Nilson Mariano (jornal Zero Hora) afirma: “A passividade pode ser fatal. Abdicar do exercício da cidadania é compactuar com a negligência. É estimular a burla dos gananciosos que descumprem normas na busca do lucro fácil, como forrar a boate com uma espuma barata e de baixa qualidade, que expele fumaça venenosa se pegar fogo.” A terceira e talvez a mais saliente característica é a ideia de inconsequência. Por qualquer delito a pessoa não terá punição ou será facilmente perdoada. Qualquer desvio de conduta “não vai dar nada” – muitos pensam assim. É por isso que se dirige acima do limite de velocidade, se estaciona em local proibido, não se é cordial nas filas, entre outras coisinhas mais. A questão é que o povo brasileiro está perdendo os valores, o respeito pelos outros e pela lei, o senso crítico de poder questionar, protestar, revolucionar – tais atitudes aprazíveis foram deixadas de lado, dando lugar ao egoísmo e ao comodismo. Às vezes, nos orgulhamos desse artifício que expressa a nossa criatividade ou capacidade de improvisar. Mas em muitas situações ele nos envergonha, pois é usado como cobertura para a malandragem, para a corrupção e para a transgressão de normas sociais, causando prejuízos para terceiros... Acorda, Brasil!!! Até quando vamos manchar nossa história com tal reputação?

Carol Soares , 3a série EM

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Professores Memoráveis.


Meus olhos admiravam a grandiosa estrutura da creche que viria ser meu segundo lar por seis anos. Eu aperava a mão de minha mãe com certo receio, mas logo que vi outras crianças correndo pelo pátio a insegurança passou. No primeiro dia, uma mulher de cabelo curto perguntou meu nome, ela foi minha primeira professora, ou tia, como a chamava. Lembro-me muito bem dela: tinha por nome Lourdes. A tia Lourdes me ensinou a contar até 100, a escrever meu nome e as formas geométricas. Ela oferecia seu colo quando eu entrava na creche zonza de sono. A outra tia foi mais rígida, não lembro mais o nome, mas recordo que ela me ensinou a ser ágil, escrever de tudo e somar. Algumas coisas eu já havia aprendido com  minha mãe, por isso me colocaram em outra série.

Logo depois, veio a primeira série.  Estudávamos numa escola de manhã e fazíamos ensino complementar à tarde. A escola fica no centro da cidade. Minha professora se chamava Nélvia. Ela era alta e tinha cabelos negros, eu a comparava com a branca de neve. Depois dela surgiu a professora Maria das Graças, uma gorda que gostava de passar cruzadinhas. Na terceira série, conhecemos a tia Yolanda, que aplicava prova toda semana. Apesar de rígida, a maioria dos alunos gostava dela.  Na quarta série, tia Cláudia, que mais parecia uma animadora de festa infantil, tinha mais ou menos um metro e meio de altura, era loira e tinha olhos negros. Tia Cláudia separava as sextas para brincadeiras e aula de música. Lembro-me até hoje de todas as músicas. Depois da quarta série, tivemos que ir para outra escola, no meu caso, para o João Conceição.

Não lembro exatamente de todos os professores, mas alguns merecem aparecer aqui. Como por exemplo, o professor de história, Luiz Carlos, que enfeitava nossos cadernos com lápis de cor. O professor Paulo, que com toda paciência do mundo nos explicava, caso precisasse, sobre frações pela milésima vez, até entendermos. Rosana, a professora de EDUCAÇÃO Física, fazia com que jamais proferíssemos a palavra “Aula de Física” na aula dela (nota: agora sei o porquê). Houve também o professor Marino, que fazia gincana matemática: meninas x meninos, alguns o comparavam com o Wolverine, por causa da barba.  E por falar em gincana, teve a professora Angélica, que promovia bingo ortográfico e premiava os vencedores com um bombom, ela me chamava de “minha poetiza”, Angélica fez-me uma apaixonada por Edgar Allan Pöe e Clarisse Lispector. Professora Carmen me deixou fascinada por Van Gogh, Monet, e Michelangelo. Professora Vera sempre idealizou uma festa de Halloween na escola, ela me ajudou a aprender inglês ouvindo músicas. E a professora Sônia ensinou geometria fantasticamente, eu tinha um medo terrível de errar um plano cartesiano.

Daí veio uma fase turbulenta: a sétima série. Uma tarde, eu entrei chorando na classe após o intervalo, a professora de ciências, Maria José, aproximou-se de mim e perguntou o que havia acontecido. E eu, explodindo por dentro, sussurrei “sabe quando você é esquecida por alguém?”, ela curvou a cabeça e eu desabei nos ombros dela, ficamos paradas por alguns segundos, segundos esses que bastaram para me confortar.

Depois disso, nas aulas da manhã, apareceu a professora Rosane, que fez com que eu desejasse ser igual a ela, foi com base nas aulas dela que tive o desejo de lecionar, Rosane foi e é um dos meus pontos de referência.  Professora Juliana, com os olhos mais expressivos que já vi, ensinava sobre história juntamente com grandes reflexões sobre a vida.  Professora Silvana fez com que Pitágoras e Bhaskara grudassem na minha cabeça e não saíssem nunca mais.  E a professora Cora, sempre me engajava (faz até hoje) em projetos da escola.

O ensino médio veio e, junto com ele, matérias novas apareceram: Física, química, biologia, filosofia e sociologia.  O professor de Física, Renato, me deixou com certo medo da matéria, mas logo me acostumei com ele e penso que ele é um dos melhores professores de Física que existe, sempre usando materiais simples para explicar coisas complexas.  Na matéria química, só me aproximei mais esse ano, o professor Júnior conseguiu — milagre! — me deixar entusiasmada com a matéria, com todo carisma que ele consegue ter naturalmente.  Em filosofia, professor David fazia, digo, faz discussões com a classe até chegarmos a uma conclusão.  A professora Fátima, de sociologia nos ensinou tudo e mais um pouco sobre ética e moral, desigualdades sociais e cultura. Teve uma professora de português, Maria Rosa, que nos contava histórias de seus livros favoritos, ela interpretou um trecho do “Alto da Barca do Inferno” que me deu até medo.

 Chegamos enfim à terceira série do ensino médio, o professor Malcílio nos alerta em todas as aulas sobre vestibular e as pegadinhas matemáticas que há neles. A recém-chegada Natália, de sociologia, apresentou vários projetos sociais, me deu vontade de virar ativista. Com as aulas do professor Maurício, os assuntos globalização, estereótipo e guerra fria jamais sairão da minha cuca. As aulas da Ana Maria fizeram com que eu tivesse medo de não ser boa o suficiente, mas com o tempo me acostumei e passei a adorá-las.

Estes citados são, além de professores, amigos que quero levar comigo para o resto da vida. São profissionais aplicados, amigos leais e anjos disfarçados. Serei grata eternamente a todos e, quem sabe algum dia, a gente possa se encontrar como colegas de trabalho.

Feliz dia do amigo, conselheiro, anjo... Enfim, feliz dia dos professores. 



                                                                                Ana Eduarda, 3ª A

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Choro de Saia

Para quem não sabe, a Celinha (bibliotecária) faz parte de um grupo de chorinho chamado Choro de Saia. 


Hoje à noite o grupo se apresenta na 30ª BIENAL DAS ARTES EM SÃO PAULO. 
Quer saber mais? acesse AQUI!

Parabéns, meninos!!! 



sábado, 1 de setembro de 2012

FOP - Unicamp

Alunos do 3° ano do ensino médio visitam a universidade FOP - Unicamp de Piracicaba, onde ouviram palestras de professores e estagiários, visitaram laboratórios, e ao final do percurso pelo campus concluíram assim o saber de todos os cursos proporcionados pela universidade.

Alunos do João Conceição 3°B